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domingo, 3 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Sistemas totalitários na Europa – séc. XX
Questão 6
Frequentemente o conhecimento histórico sobre a Segunda Guerra Mundial vem acompanhado
de perplexidade, quando nos deparamos com os crimes cometidos por lideranças políticas da
Alemanha, inspiradas no nazismo, amplamente divulgado entre o povo alemão. À medida que os
campos de concentração foram denunciados, todo um espetáculo de barbárie veio à superfície,
revelando os horrores que esses campos ocultavam.
A) Explique duas características da doutrina político-ideológica nazista.
B) Mencione e comente duas influências dessa doutrina no Brasil.
Respostas
A) Duas características da doutrina nazista
Expansionismo – a ideia do “espaço vital” impulsiona nazistas e fascistas a conquistarem novos
territórios.
Militarismo – intimamente vinculada ao expansionismo, o rearmamento e a contínua preparação
para guerra foi uma característica marcante do nazi -fascismo, que redundou na formação do Eixo
Roma-Berlim-Tóquio.
Antiliberalismo – frontalmente contrário aos idea is liberais de valorização das liberdades
individuais e coletivas, o nazi -fascismo extinguiu o pluripartidarismo e subordinou todos os
cidadãos aos desígnios do Estado.
Totalitarismo – a exacerbação do antiliberalismo levou à formação de um Estado totalitá rio na
Itália e na Alemanha, na qual todos os aspectos da vida social, inclusive os do âmbito familiar,
estavam subordinados aos mecanismos do aparelho estatal. Desde então, a censura aos meios
de comunicação e a completa ausência de liberdade de expressão foram a tônica nas sociedades
sob tais governos.
Anticomunismo – ao emergir em um contexto marcado pela polarização ideológica entre o
capitalismo e o comunismo, o nazi-fascismo se colocou como uma violenta alternativa a ambos.
Embora faça alusão a um vago nacional -socialismo, o Partido Nazista era completamente aves so
aos postulados marxistas.
Antissemitismo – característica inerente ao nazismo que serviu de base para a implacável
perseguição aos judeus. A partir de sua disseminação, os judeus foram identificados como os
grandes inimigos da pátria alemã, a ponto de s er proposta a exterminação desse povo. Apesar de
não constituir uma característica do fascismo, Hitler contou com o auxílio dos italianos na
perseguição aos semitas no contexto da Segunda Guerra.
Arianismo – crença na superioridade étnica dos povos de orig em germânica, que contribuiu de
forma considerável para a difusão da intolerância contra todos aqueles que supostamente
estivessem aquém dos arianos em suas múltiplas qualidades. Com base nessa concepção
preconceituosa, judeus, negros, eslavos, homossexuai s, religiosos e portadores de deficiências,
entre outros, foram considerados seres inferiores passíveis de extermínio.
Corporativismo – característica inerente ao fascismo italiano, tinha como pressuposto a
negação das lutas de classe. Para tanto, buscou c ongregar burgueses e proletários sob o manto
de um suposto bem comum tutelado pelo Estado totalitário.
Culto à personalidade – tanto o fascismo como o nazismo, difundiram a crença desmedida em
suas lideranças carismáticas. O Duce (Mussolini) e o Führer (Hitler) representavam os timoneiros
de seus povos e foram diuturnamente mitificados pela propaganda oficial.
Nacionalismo – a defesa de um intransigente nacionalismo provocou uma defesa exaltada da
pátria.
B) Influências do nazismo no Brasil
Criação da Ação Integralista Brasileira (AIB) – organização política cujas diretrizes eram de
natureza nazi-fascista e chegou a congregar considerável número de seguidores, entre estes ,
empresários, intelectuais e oficiais das forças armadas.
Polarização ideológica – a AIB rivalizou com as propostas difundidas pelos integrantes da ANL
– Aliança Nacional Libertadora – de orientação política plural, mas que contava com expressiva
influência dos comunistas.
Implantação do Estado Novo – resultou na organização de um governo nos moldes fascistas no
Brasil, a exemplo da perseguição aos adversários do regime, o estabelecimento da censura e o
controle sobre os meios de comunicação.
Constituição de 1937 – A Constituição outorgada por Getúlio Vargas sofreu influência do modelo
autoritário do nazi-fascismo. A Constituição foi apelidada de “Polaca”.
Golpe de 1938 – após a implantação do Estado Novo, apoiado pelos integralistas, suas
lideranças entraram em choque com Vargas e tentaram derrubá -lo, sem êxito.
Criação do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) – O DIP promoveu a censura e o
controle sobre os meios de comunicação e publicações – inclusive de livros didáticos –, além da
promoção do culto à personalidade expressa na exaltação à figura de Getúlio Vargas.
Neonazismo – doutrina assimilada do nazi-fascismo europeu, com predominância nas regiões
Sul e Sudeste do Brasil, cuja característica central é a intolerância com grupos sociais
considerados inferiores, tais como negros, homossexuais e nordestinos.
Frequentemente o conhecimento histórico sobre a Segunda Guerra Mundial vem acompanhado
de perplexidade, quando nos deparamos com os crimes cometidos por lideranças políticas da
Alemanha, inspiradas no nazismo, amplamente divulgado entre o povo alemão. À medida que os
campos de concentração foram denunciados, todo um espetáculo de barbárie veio à superfície,
revelando os horrores que esses campos ocultavam.
A) Explique duas características da doutrina político-ideológica nazista.
B) Mencione e comente duas influências dessa doutrina no Brasil.
A) Duas características da doutrina nazista
Expansionismo – a ideia do “espaço vital” impulsiona nazistas e fascistas a conquistarem novos
territórios.
Militarismo – intimamente vinculada ao expansionismo, o rearmamento e a contínua preparação
para guerra foi uma característica marcante do nazi -fascismo, que redundou na formação do Eixo
Roma-Berlim-Tóquio.
Antiliberalismo – frontalmente contrário aos idea is liberais de valorização das liberdades
individuais e coletivas, o nazi -fascismo extinguiu o pluripartidarismo e subordinou todos os
cidadãos aos desígnios do Estado.
Totalitarismo – a exacerbação do antiliberalismo levou à formação de um Estado totalitá rio na
Itália e na Alemanha, na qual todos os aspectos da vida social, inclusive os do âmbito familiar,
estavam subordinados aos mecanismos do aparelho estatal. Desde então, a censura aos meios
de comunicação e a completa ausência de liberdade de expressão foram a tônica nas sociedades
sob tais governos.
Anticomunismo – ao emergir em um contexto marcado pela polarização ideológica entre o
capitalismo e o comunismo, o nazi-fascismo se colocou como uma violenta alternativa a ambos.
Embora faça alusão a um vago nacional -socialismo, o Partido Nazista era completamente aves so
aos postulados marxistas.
Antissemitismo – característica inerente ao nazismo que serviu de base para a implacável
perseguição aos judeus. A partir de sua disseminação, os judeus foram identificados como os
grandes inimigos da pátria alemã, a ponto de s er proposta a exterminação desse povo. Apesar de
não constituir uma característica do fascismo, Hitler contou com o auxílio dos italianos na
perseguição aos semitas no contexto da Segunda Guerra.
Arianismo – crença na superioridade étnica dos povos de orig em germânica, que contribuiu de
forma considerável para a difusão da intolerância contra todos aqueles que supostamente
estivessem aquém dos arianos em suas múltiplas qualidades. Com base nessa concepção
preconceituosa, judeus, negros, eslavos, homossexuai s, religiosos e portadores de deficiências,
entre outros, foram considerados seres inferiores passíveis de extermínio.
Corporativismo – característica inerente ao fascismo italiano, tinha como pressuposto a
negação das lutas de classe. Para tanto, buscou c ongregar burgueses e proletários sob o manto
de um suposto bem comum tutelado pelo Estado totalitário.
Culto à personalidade – tanto o fascismo como o nazismo, difundiram a crença desmedida em
suas lideranças carismáticas. O Duce (Mussolini) e o Führer (Hitler) representavam os timoneiros
de seus povos e foram diuturnamente mitificados pela propaganda oficial.
Nacionalismo – a defesa de um intransigente nacionalismo provocou uma defesa exaltada da
pátria.
B) Influências do nazismo no Brasil
Criação da Ação Integralista Brasileira (AIB) – organização política cujas diretrizes eram de
natureza nazi-fascista e chegou a congregar considerável número de seguidores, entre estes ,
empresários, intelectuais e oficiais das forças armadas.
Polarização ideológica – a AIB rivalizou com as propostas difundidas pelos integrantes da ANL
– Aliança Nacional Libertadora – de orientação política plural, mas que contava com expressiva
influência dos comunistas.
Implantação do Estado Novo – resultou na organização de um governo nos moldes fascistas no
Brasil, a exemplo da perseguição aos adversários do regime, o estabelecimento da censura e o
controle sobre os meios de comunicação.
Constituição de 1937 – A Constituição outorgada por Getúlio Vargas sofreu influência do modelo
autoritário do nazi-fascismo. A Constituição foi apelidada de “Polaca”.
Golpe de 1938 – após a implantação do Estado Novo, apoiado pelos integralistas, suas
lideranças entraram em choque com Vargas e tentaram derrubá -lo, sem êxito.
Criação do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) – O DIP promoveu a censura e o
controle sobre os meios de comunicação e publicações – inclusive de livros didáticos –, além da
promoção do culto à personalidade expressa na exaltação à figura de Getúlio Vargas.
Neonazismo – doutrina assimilada do nazi-fascismo europeu, com predominância nas regiões
Sul e Sudeste do Brasil, cuja característica central é a intolerância com grupos sociais
considerados inferiores, tais como negros, homossexuais e nordestinos.
Egito antigo
(UFRN)Questão 5
Entre as primeiras Civilizações Orientais, a Civilização Egípcia sobressaiu -se como uma das
mais grandiosas e a mais duradoura. As nec essidades de desenvolvimento da agricultura irrigada
nas margens do rio Nilo exigiam uma direção centralizada. Nessas circunstâncias, a Civilização
do Egito Antigo organizou-se em torno de uma Monarquia.
Entre as imagens mais populares ligadas ao Egito An tigo, estão as pirâmides. As mais
conhecidas são as de Gizé, construídas no primeiro período da história política do Estado
Egípcio, entre 3200 e 2300 a.C., conhecido como “Antigo Império”,
A) Mencione e comente duas características do Governo no Egito Antigo.
B) Explique o significado das pirâmides, relacionando -as ao poder no Egito Antigo.
Respostas
A) Duas características do governo no Egito Antigo
O faraó era considerado um deus vivo, responsável pela proteção e prosperidade de seu
povo (poder teocrático). A realeza divina foi a instituição básica da civilização egípcia. Para os
povos do Egito Antigo, o rei era um deus, graças ao qual se vivia; era o pai e a mãe dos homens;
um governante com autoridade sobrenatural para recrutar o trabalho em massa necessário à
manutenção do sistema de irrigação. Devido à crença na condição divina do faraó, acre ditava-se
que ele tinha o poder de controlar as forças da natureza em proveito dos egípcios – por exemplo,
provocando as cheias periódicas do Nilo, o que assegurava boas colheitas.
O recrutamento da mão de obra para as necessidades sociais . O poder do faraó estendia-se
a todos os setores da sociedade. Os camponeses eram recrutados para servir como mineiros ou
trabalhadores nas construções (“servidão coletiva”). O comércio exterior era monopólio do
Estado e conduzido de acordo com as necessidades do reino.
O auxílio dos funcionários no governo do Estado (escribas e vizir) . Como senhor supremo, o
faraó comandava um exército de funcionários que recolhiam impostos, fiscalizavam as obras de
irrigação, administravam projetos de construção, controlavam a terra, ma ntinham registros e
supervisionavam os armazéns governamentais, onde era guardado o cereal para o caso de uma
má colheita.
A palavra do faraó com poder de lei. Como a palavra do faraó era considerada uma
manifestação divina, o Egito não possuía leis escrit as. Todos os egípcios estavam sujeito s ao
faraó e não havia nenhuma concepção de liberdade política. Eles acreditavam que a instituição
da realeza datava da criação do Universo, era necessária e benéfica aos seres humanos, e que
havia uma ordem divina do c osmos que propiciava a justiça e a segurança.
B) Significado das pirâmides / poder
A crença na vida após a morte levou à construção de grandes túmulos, sendo os mais
importantes aqueles destinados aos faraós, cujo poder estava acima de todos. Os mais
imponentes túmulos eram as pirâmides, que serviam de sepultura para os faraós e membros de
sua família. Os faraós eram mumificados e embalsamados. Os egípcios acreditavam que todos
se utilizariam do corpo e dos bens materiais numa outra vida. Aos faraós cabia a melhor
mumificação, os mais decorados sarcófagos e os mais ricos rituais funerários. Tudo isso para
reforçar e imortalizar seu poder.
Entre as primeiras Civilizações Orientais, a Civilização Egípcia sobressaiu -se como uma das
mais grandiosas e a mais duradoura. As nec essidades de desenvolvimento da agricultura irrigada
nas margens do rio Nilo exigiam uma direção centralizada. Nessas circunstâncias, a Civilização
do Egito Antigo organizou-se em torno de uma Monarquia.
Entre as imagens mais populares ligadas ao Egito An tigo, estão as pirâmides. As mais
conhecidas são as de Gizé, construídas no primeiro período da história política do Estado
Egípcio, entre 3200 e 2300 a.C., conhecido como “Antigo Império”,
A) Mencione e comente duas características do Governo no Egito Antigo.
B) Explique o significado das pirâmides, relacionando -as ao poder no Egito Antigo.
A) Duas características do governo no Egito Antigo
O faraó era considerado um deus vivo, responsável pela proteção e prosperidade de seu
povo (poder teocrático). A realeza divina foi a instituição básica da civilização egípcia. Para os
povos do Egito Antigo, o rei era um deus, graças ao qual se vivia; era o pai e a mãe dos homens;
um governante com autoridade sobrenatural para recrutar o trabalho em massa necessário à
manutenção do sistema de irrigação. Devido à crença na condição divina do faraó, acre ditava-se
que ele tinha o poder de controlar as forças da natureza em proveito dos egípcios – por exemplo,
provocando as cheias periódicas do Nilo, o que assegurava boas colheitas.
O recrutamento da mão de obra para as necessidades sociais . O poder do faraó estendia-se
a todos os setores da sociedade. Os camponeses eram recrutados para servir como mineiros ou
trabalhadores nas construções (“servidão coletiva”). O comércio exterior era monopólio do
Estado e conduzido de acordo com as necessidades do reino.
O auxílio dos funcionários no governo do Estado (escribas e vizir) . Como senhor supremo, o
faraó comandava um exército de funcionários que recolhiam impostos, fiscalizavam as obras de
irrigação, administravam projetos de construção, controlavam a terra, ma ntinham registros e
supervisionavam os armazéns governamentais, onde era guardado o cereal para o caso de uma
má colheita.
A palavra do faraó com poder de lei. Como a palavra do faraó era considerada uma
manifestação divina, o Egito não possuía leis escrit as. Todos os egípcios estavam sujeito s ao
faraó e não havia nenhuma concepção de liberdade política. Eles acreditavam que a instituição
da realeza datava da criação do Universo, era necessária e benéfica aos seres humanos, e que
havia uma ordem divina do c osmos que propiciava a justiça e a segurança.
B) Significado das pirâmides / poder
A crença na vida após a morte levou à construção de grandes túmulos, sendo os mais
importantes aqueles destinados aos faraós, cujo poder estava acima de todos. Os mais
imponentes túmulos eram as pirâmides, que serviam de sepultura para os faraós e membros de
sua família. Os faraós eram mumificados e embalsamados. Os egípcios acreditavam que todos
se utilizariam do corpo e dos bens materiais numa outra vida. Aos faraós cabia a melhor
mumificação, os mais decorados sarcófagos e os mais ricos rituais funerários. Tudo isso para
reforçar e imortalizar seu poder.
domingo, 26 de junho de 2011
Oculpação e exploração do território brasileiro
(UFRN)Questão 44
No Brasil, a ocupação e a exploração do
território têm ocorrido de formas
diferenciadas, ocasionando distintos
processos de degradação ambiental.
No mapa ao lado estão representadas as
áreas 1 e 2, que vêm sendo afetadas por
problemas ambientais relacionados às
formas de ocupação e exploração do
território brasileiro.
Do ponto de vista da ocupação e exploração
do território brasileiro, destaca-se como um
grave problema ambiental,
A) da área 1, o deslizamento de encostas ,
decorrente da ocupação desordenada do
solo urbano.
B) da área 1, a poluição dos rios , em função
da deposição de dejetos provenientes da
exploração dos garimpos.
C) da área 2, a desertificação, pela
inadequada exploração agropecuária.
D) da área 2, a poluição do solo, devido à
concentração industrial.
No Brasil, a ocupação e a exploração do
território têm ocorrido de formas
diferenciadas, ocasionando distintos
processos de degradação ambiental.
No mapa ao lado estão representadas as
áreas 1 e 2, que vêm sendo afetadas por
problemas ambientais relacionados às
formas de ocupação e exploração do
território brasileiro.
Do ponto de vista da ocupação e exploração
do território brasileiro, destaca-se como um
grave problema ambiental,
A) da área 1, o deslizamento de encostas ,
decorrente da ocupação desordenada do
solo urbano.
B) da área 1, a poluição dos rios , em função
da deposição de dejetos provenientes da
exploração dos garimpos.
C) da área 2, a desertificação, pela
inadequada exploração agropecuária.
D) da área 2, a poluição do solo, devido à
concentração industrial.
R:a) a alternativa que mais se enquadra a figura é que da área 1, o deslizamento de encostas ,
decorrente da ocupação desordenada do solo urbano.
decorrente da ocupação desordenada do solo urbano.
República Velha.
(UFRN)Questão 32
A charge abaixo faz referência a uma prática política frequente em todo o Brasil, no contexto da
República Velha.
Essa charge representa a prática política caracteri zada pelo
A) predomínio dos interesses oligárquicos em prejuízo dos direitos do cidadão.
B) compromisso dos políticos com a soberania da justiça eleitoral.
C) controle dos coronéis sobre os sindicatos de trabalhadores rurais.
D) comparecimento obrigatório do eleitor alfabetizado às urnas.
R:a)A república velha é conhecido como a república das oligarquias,no sistema eleitoral o voto não era secreto os políticos e eleitores não tinham nenhum vínculo e a ausência da justiça eleitoral facilitava a realização de fraudes pelas oligarquias que garantiam o domínio nas eleições.
A charge abaixo faz referência a uma prática política frequente em todo o Brasil, no contexto da
República Velha.
Essa charge representa a prática política caracteri zada pelo
A) predomínio dos interesses oligárquicos em prejuízo dos direitos do cidadão.
B) compromisso dos políticos com a soberania da justiça eleitoral.
C) controle dos coronéis sobre os sindicatos de trabalhadores rurais.
D) comparecimento obrigatório do eleitor alfabetizado às urnas.
Guerra dos canudos
(UFRN)Questão 29
No final do século XIX e início do XX, embora
várias mudanças políticas e socioeconômicas
tenham ocorrido no Brasil, uma parcela
significativa da população não se beneficiou
dessas transformações. Nesse contexto,
alguns movimentos rebeldes protestaram
contra a opressão e a miséria. Muitas vezes,
as aspirações dos rebeldes mesclavam -se
com uma profunda religiosidade.
Entre esses movimentos sociais rebeldes,
pode-se citar a
A) Política das Salvações, que provocou a
rejeição do padre Cícero Romão Batista às
oligarquias que dominavam as populações
rurais.
B) Revolta do Contestado, que estimulou a
reação de setores politicamente
progressistas às medidas adotadas por
lideranças messiânicas.
C) Marcha da Família com Deus pela
Liberdade, que promoveu a união dos
camponeses em defesa da proposta de
reforma agrária.
D) Guerra de Canudos, que mobilizou os
sertanejos contra medidas adotadas pelo
então recém implantado governo
republicano.
R:d) A guerra dos canudos foi um confronto entre o movimento popular de fundo socio- religioso e o exército da república no interior do estado da Bahia .esse epsódio foi fruto de uma série de fatores numa grave crise economica e social.
No final do século XIX e início do XX, embora
várias mudanças políticas e socioeconômicas
tenham ocorrido no Brasil, uma parcela
significativa da população não se beneficiou
dessas transformações. Nesse contexto,
alguns movimentos rebeldes protestaram
contra a opressão e a miséria. Muitas vezes,
as aspirações dos rebeldes mesclavam -se
com uma profunda religiosidade.
Entre esses movimentos sociais rebeldes,
pode-se citar a
A) Política das Salvações, que provocou a
rejeição do padre Cícero Romão Batista às
oligarquias que dominavam as populações
rurais.
B) Revolta do Contestado, que estimulou a
reação de setores politicamente
progressistas às medidas adotadas por
lideranças messiânicas.
C) Marcha da Família com Deus pela
Liberdade, que promoveu a união dos
camponeses em defesa da proposta de
reforma agrária.
D) Guerra de Canudos, que mobilizou os
sertanejos contra medidas adotadas pelo
então recém implantado governo
republicano.
R:d) A guerra dos canudos foi um confronto entre o movimento popular de fundo socio- religioso e o exército da república no interior do estado da Bahia .esse epsódio foi fruto de uma série de fatores numa grave crise economica e social.
Família colonial no Brasil
(UFRN)Questão 28
Um funcionário a passeio com
sua família, retrata traços de um modelo
familiar que se constituiu no Brasil desde a
época colonial.
Considerando o seu conteúdo e o
conhecimento histórico sobre a família
colonial brasileira, é correto afirmar que
A) as mulheres, vítimas da hierarquia da
família patriarcal, se mostraram dóceis,
submissas e viviam enclausuradas,
aceitando completamente os valores da
Igreja.
B) a presença da família nuclear foi
inexpressiva na região que hoje
corresponde ao Nordeste, uma vez que
ela foi alvo da censura da Igreja
Católica.
C) os senhores de Engenho impunham aos seus escravos a união legal segundo as norm as
defendidas pela Igreja, considerando isso essencial à reprodução da força de trabalho.
D) o modelo patriarcal, no qual o homem era o provedo r e garantidor da honra da família e dos
seus agregados, predominou na zona produtora de açúcar.
R:d)No modelo patriacal era o homem que possuia o direito de controlar a vida e propriedades de sua mulher e filhos .considerando o homem sempre em primeiro plano.
Um funcionário a passeio com
sua família, retrata traços de um modelo
familiar que se constituiu no Brasil desde a
época colonial.
Considerando o seu conteúdo e o
conhecimento histórico sobre a família
colonial brasileira, é correto afirmar que
A) as mulheres, vítimas da hierarquia da
família patriarcal, se mostraram dóceis,
submissas e viviam enclausuradas,
aceitando completamente os valores da
Igreja.
B) a presença da família nuclear foi
inexpressiva na região que hoje
corresponde ao Nordeste, uma vez que
ela foi alvo da censura da Igreja
Católica.
C) os senhores de Engenho impunham aos seus escravos a união legal segundo as norm as
defendidas pela Igreja, considerando isso essencial à reprodução da força de trabalho.
D) o modelo patriarcal, no qual o homem era o provedo r e garantidor da honra da família e dos
seus agregados, predominou na zona produtora de açúcar.
R:d)No modelo patriacal era o homem que possuia o direito de controlar a vida e propriedades de sua mulher e filhos .considerando o homem sempre em primeiro plano.
Extração do pau-brasil
(UFRN)Questão 27
A partir dos primeiros contatos entre os europeus e os nativos da América Portuguesa, os povos
indígenas que habitavam o litoral mudaram as suas relações com o meio ambiente. Essas novas
relações estão representadas na gravura contida na obra de André Thev et, que esteve no Brasil
entre 1555 e 1556.o contexto histórico ao qual ela remete, pode -se corretamente afirmar
que a principal razão dessas mudanças foi
A) a utilização de instrumentos e utensílios de origem europ eia, que permitiram o início da
exploração aurífera pelos índios.
B) a imediata implantação do trabalho escravo, que exigiu a adequação dos nativos aos
propósitos mercantilistas, então em vigor.
C) a estratégica utilização da força de trabalho indígena, pa ra suprir as necessidades mercantis
dos conquistadores.
D) o desmatamento da vegetação nativa, para a implantação da policultura, destinada a
abastecer o mercado metropolitano.
R:d) A exploração do pau-brasil que era exercida pelos índios foi uma estratégia de ultilização de força motriz indígina para suprir as necessidades mercantis dos portugueses.
A partir dos primeiros contatos entre os europeus e os nativos da América Portuguesa, os povos
indígenas que habitavam o litoral mudaram as suas relações com o meio ambiente. Essas novas
relações estão representadas na gravura contida na obra de André Thev et, que esteve no Brasil
entre 1555 e 1556.o contexto histórico ao qual ela remete, pode -se corretamente afirmar
que a principal razão dessas mudanças foi
A) a utilização de instrumentos e utensílios de origem europ eia, que permitiram o início da
exploração aurífera pelos índios.
B) a imediata implantação do trabalho escravo, que exigiu a adequação dos nativos aos
propósitos mercantilistas, então em vigor.
C) a estratégica utilização da força de trabalho indígena, pa ra suprir as necessidades mercantis
dos conquistadores.
D) o desmatamento da vegetação nativa, para a implantação da policultura, destinada a
abastecer o mercado metropolitano.
Marxismo
(UFRN)Questão 26
As ideias de diversas correntes marxistas
deram as bases teóricas das grandes
revoluções políticas no século XX: a
Revolução Russa de 1917, a Revolução
Chinesa de 1949 e a Revolução Cubana de
1959.
Nos três exemplos citados, a inspiração
marxista pode ser identificada
A) no Anarquismo, que propunha a destruição
da propriedade privada e a abolição das
hierarquias dentro do Estado, e que serviu
de base norteadora para essas
revoluções.
B) no combate ao Capitalismo, visando à
formação de um mundo novo, que aboliria
a desigualdade social e integraria o
proletariado no cenário da política.
C) na forte vinculação existente entre as
propostas dos revolucionários e aquelas
defendidas pelo Liberalismo, sobretudo a
defesa dos interesses dos trabalhadores.
D) na condução do processo revolucionário
por um conjunto de partidos políticos
defensores do Socialismo, sob lideranças
camponesas, mas com frágil repercussão
no proletariado.
R:b) As ideias Marxistas influenciaram a social democracia de várias nações com o combate ao capitalismo vizando a formação de um mundo novo que aboliria a desigualdade social e integraria o proletariado no cenário da política que foi o que aconteceu na Revoluçao russa em 1917,a revolução chinesa em 1949 e na revoluçaõ cubana em 1959.
As ideias de diversas correntes marxistas
deram as bases teóricas das grandes
revoluções políticas no século XX: a
Revolução Russa de 1917, a Revolução
Chinesa de 1949 e a Revolução Cubana de
1959.
Nos três exemplos citados, a inspiração
marxista pode ser identificada
A) no Anarquismo, que propunha a destruição
da propriedade privada e a abolição das
hierarquias dentro do Estado, e que serviu
de base norteadora para essas
revoluções.
B) no combate ao Capitalismo, visando à
formação de um mundo novo, que aboliria
a desigualdade social e integraria o
proletariado no cenário da política.
C) na forte vinculação existente entre as
propostas dos revolucionários e aquelas
defendidas pelo Liberalismo, sobretudo a
defesa dos interesses dos trabalhadores.
D) na condução do processo revolucionário
por um conjunto de partidos políticos
defensores do Socialismo, sob lideranças
camponesas, mas com frágil repercussão
no proletariado.
R:b) As ideias Marxistas influenciaram a social democracia de várias nações com o combate ao capitalismo vizando a formação de um mundo novo que aboliria a desigualdade social e integraria o proletariado no cenário da política que foi o que aconteceu na Revoluçao russa em 1917,a revolução chinesa em 1949 e na revoluçaõ cubana em 1959.
Neocolonialismo no século XIX
(UFRN)Questão 25
Na Copa do Mundo de Futebol de 2010,
realizada na África do Sul, muitos brasileiros
ficaram surpresos ao saberem que várias
nações do continente africano, como Costa
do Marfim, Nigéria, Gana e o próprio país
sede do evento, apresentavam influências
linguísticas europeias. Isso ficava evidente,
por exemplo, nos nomes dos jogadores
estampados nas camisetas e nos hinos
nacionais, cantados em inglês ou francês.
Essas influências da Inglaterra e da França
na África são resultantes
A) da expansão do Cristianismo, estimulado
pelos propósitos das Cruzadas.
B) do neocolonialismo do século XIX, no
contexto da Segunda Revolução Industrial.
C) da Globalização, que promoveu o
intercâmbio cultural mundial no século XX.
D) do tráfico negreiro, que implantou colônias
europeias no continente africano
R:b)Alguns países Europeus e os EUA exerciam atitudes imperalistas com o objetivo de aumentar a sua margem de lucro e se dirigiram para África.o que varias nações do continente africano herdaram sob a influência de europeus.
Na Copa do Mundo de Futebol de 2010,
realizada na África do Sul, muitos brasileiros
ficaram surpresos ao saberem que várias
nações do continente africano, como Costa
do Marfim, Nigéria, Gana e o próprio país
sede do evento, apresentavam influências
linguísticas europeias. Isso ficava evidente,
por exemplo, nos nomes dos jogadores
estampados nas camisetas e nos hinos
nacionais, cantados em inglês ou francês.
Essas influências da Inglaterra e da França
na África são resultantes
A) da expansão do Cristianismo, estimulado
pelos propósitos das Cruzadas.
B) do neocolonialismo do século XIX, no
contexto da Segunda Revolução Industrial.
C) da Globalização, que promoveu o
intercâmbio cultural mundial no século XX.
D) do tráfico negreiro, que implantou colônias
europeias no continente africano
Absolutismo Monárquico
(UFRN)Questão 24
Entre os teóricos que defenderam o Absolutismo monárquico estava Jacques Bossuet, que
declarou:
“O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses
e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais
alto; deve acreditar-se que ele vê melhor, e deve obedecer -se-lhe sem murmurar, pois o
murmúrio é uma disposição para a sedição.”
Jacques Bossuet, Política tirada da Sagrada Escritura . FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de
história. Lisboa: Plátano, [1977]. v. 2, p. 201. [Adaptado]
Analisando os conflitos políticos da I nglaterra no século XVII, o historiador Christopher Hill
escreveu:
“A partir das vitórias militares sobre os Cavaleiros, [os Cabeças Redondas] conseguiram a
rendição do rei em 1646. Entretanto, Carlos I reorganizou seus soldados e recomeçou a
guerra, sendo derrotado definitivamente pelos Cabeças Redondas de Cromwell. Preso,
Carlos I foi julgado pela Alta Corte de Justiça, a mando do Parlamento, sendo condenado à
morte. Em janeiro de 1649, o rei foi decapitado em frente ao palácio de Whitehall, em
Londres.”
HILL, Christopher. O eleito de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 179.
Analisando a afirmação teórica de J. Bossuet e relacionando -a com os fatos narrados por C. Hill,
pode-se corretamente afirmar que a execução de Carlos I assinalou
A) um momento decisivo na história europeia, por ter posto em xeque um princípio político
central do Estado Moderno e lançado as bases políticas liberais contemporâneas.
B) uma etapa fundamental na evolução do Parlamento inglês, pois, a partir daí, os burgueses
tiveram acesso à Câmara dos Comuns.
C) a reação da facção liberal no Parlamento, que, dominada pelos puritanos, defendia o direito
divino dos reis.
D) a implantação definitiva da monarquia parlamentar inglesa , pois, daí por diante, a sucessão
real seria decidida pelo Parlamento.
R:a) com relação as críticas de jacques bousset retratava sobre o rei que tinha o poder devino enquanto o historiador C.HILL falava do poder nas mãos do parlamento com a execução de Carlos I foi um momento decisivo na historia Européia
Entre os teóricos que defenderam o Absolutismo monárquico estava Jacques Bossuet, que
declarou:
“O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses
e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais
alto; deve acreditar-se que ele vê melhor, e deve obedecer -se-lhe sem murmurar, pois o
murmúrio é uma disposição para a sedição.”
Jacques Bossuet, Política tirada da Sagrada Escritura . FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de
história. Lisboa: Plátano, [1977]. v. 2, p. 201. [Adaptado]
Analisando os conflitos políticos da I nglaterra no século XVII, o historiador Christopher Hill
escreveu:
“A partir das vitórias militares sobre os Cavaleiros, [os Cabeças Redondas] conseguiram a
rendição do rei em 1646. Entretanto, Carlos I reorganizou seus soldados e recomeçou a
guerra, sendo derrotado definitivamente pelos Cabeças Redondas de Cromwell. Preso,
Carlos I foi julgado pela Alta Corte de Justiça, a mando do Parlamento, sendo condenado à
morte. Em janeiro de 1649, o rei foi decapitado em frente ao palácio de Whitehall, em
Londres.”
HILL, Christopher. O eleito de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 179.
Analisando a afirmação teórica de J. Bossuet e relacionando -a com os fatos narrados por C. Hill,
pode-se corretamente afirmar que a execução de Carlos I assinalou
A) um momento decisivo na história europeia, por ter posto em xeque um princípio político
central do Estado Moderno e lançado as bases políticas liberais contemporâneas.
B) uma etapa fundamental na evolução do Parlamento inglês, pois, a partir daí, os burgueses
tiveram acesso à Câmara dos Comuns.
C) a reação da facção liberal no Parlamento, que, dominada pelos puritanos, defendia o direito
divino dos reis.
D) a implantação definitiva da monarquia parlamentar inglesa , pois, daí por diante, a sucessão
real seria decidida pelo Parlamento.
R:a) com relação as críticas de jacques bousset retratava sobre o rei que tinha o poder devino enquanto o historiador C.HILL falava do poder nas mãos do parlamento com a execução de Carlos I foi um momento decisivo na historia Européia
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