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domingo, 3 de julho de 2011

Tensões políticas e culturais na França

A delimitação de continentes africanos

Processo de abolição da escravatura no Brasil

Sistema capitalista

Fuzilamentos em 3 de maio de 1808: Madri x Fraça

Sociedade colonial

Invasão Holandesa em Pernambuco

Doenças Européias durante a expansão comercial

Império Romano no Ocidente

Antiguidade clássica

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Sistemas totalitários na Europa – séc. XX

Questão 6
Frequentemente  o  conhecimento  histórico  sobre  a  Segunda  Guerra  Mundial  vem  acompanhado
de  perplexidade,  quando  nos  deparamos  com  os  crimes  cometidos  por  lideranças  políticas  da
Alemanha,  inspiradas  no  nazismo,  amplamente  divulgado  entre  o  povo  alemão.  À  medida  que  os
campos  de  concentração  foram  denunciados,  todo  um  espetáculo  de  barbárie  veio  à  superfície,
revelando os horrores que esses campos ocultavam. 
A) Explique duas características da doutrina político-ideológica nazista.
B) Mencione e comente duas influências dessa doutrina no Brasil. 

Respostas
A) Duas características da doutrina nazista 
Expansionismo – a ideia do “espaço vital” impulsiona nazistas e fascistas a conquistarem novos
territórios.
Militarismo  –  intimamente  vinculada  ao  expansionismo,  o  rearmamento  e  a  contínua  preparação
para guerra foi uma característica marcante do nazi -fascismo, que redundou na formação do Eixo
Roma-Berlim-Tóquio.
Antiliberalismo  –  frontalmente  contrário  aos  idea is  liberais  de  valorização  das  liberdades
individuais  e  coletivas,  o  nazi -fascismo  extinguiu  o  pluripartidarismo  e  subordinou  todos  os
cidadãos aos desígnios do Estado. 
Totalitarismo  –  a  exacerbação  do  antiliberalismo  levou  à  formação  de  um  Estado  totalitá rio  na
Itália  e  na  Alemanha,  na  qual  todos  os  aspectos  da  vida  social,  inclusive  os  do  âmbito  familiar,
estavam  subordinados  aos  mecanismos  do  aparelho  estatal.  Desde  então,  a  censura  aos  meios
de comunicação e a completa ausência de liberdade de expressão  foram a tônica nas sociedades
sob tais governos.
Anticomunismo  –  ao  emergir  em  um  contexto  marcado  pela  polarização  ideológica  entre  o
capitalismo  e  o  comunismo,  o  nazi-fascismo  se  colocou  como  uma  violenta  alternativa  a  ambos.
Embora faça alusão a um vago nacional -socialismo, o Partido Nazista era completamente aves so
aos postulados marxistas.
Antissemitismo  –  característica  inerente  ao  nazismo  que  serviu  de  base  para  a  implacável
perseguição  aos  judeus.  A  partir  de  sua  disseminação,  os  judeus  foram  identificados  como  os
grandes inimigos da pátria alemã, a ponto de s er proposta a exterminação desse povo. Apesar de
não  constituir  uma  característica  do  fascismo,  Hitler  contou  com  o  auxílio  dos  italianos  na
perseguição aos semitas  no contexto da Segunda Guerra.
Arianismo  –  crença  na  superioridade  étnica  dos  povos  de  orig em  germânica,  que  contribuiu  de
forma  considerável  para  a  difusão  da  intolerância  contra  todos  aqueles  que  supostamente
estivessem  aquém  dos  arianos  em  suas  múltiplas  qualidades.  Com  base  nessa  concepção
preconceituosa,  judeus,  negros,  eslavos,  homossexuai s,  religiosos  e  portadores  de  deficiências,
entre outros, foram considerados seres inferiores passíveis de extermínio. 
Corporativismo  –  característica  inerente  ao  fascismo  italiano,  tinha  como  pressuposto  a
negação  das  lutas  de  classe.  Para  tanto,  buscou  c ongregar  burgueses  e  proletários  sob  o  manto
de um suposto bem comum tutelado pelo Estado totalitário. 
Culto  à  personalidade  –  tanto  o  fascismo  como  o  nazismo,  difundiram  a  crença  desmedida  em
suas lideranças carismáticas. O  Duce (Mussolini) e o Führer (Hitler) representavam os timoneiros
de seus povos e foram diuturnamente mitificados pela propaganda oficial. 
Nacionalismo  –  a  defesa  de  um  intransigente  nacionalismo  provocou  uma  defesa  exaltada  da
pátria.
B) Influências do nazismo no Brasil 
Criação  da  Ação  Integralista  Brasileira  (AIB)  –  organização  política  cujas  diretrizes  eram  de
natureza  nazi-fascista  e  chegou  a  congregar  considerável  número  de  seguidores,  entre  estes ,
empresários, intelectuais e oficiais das forças armadas. 
Polarização  ideológica  –  a  AIB  rivalizou  com  as  propostas  difundidas  pelos  integrantes  da  ANL
–  Aliança  Nacional  Libertadora  –  de  orientação  política  plural,  mas  que  contava  com  expressiva
influência dos comunistas.
Implantação do Estado Novo  – resultou na organização  de um governo nos moldes fascistas no
Brasil,  a  exemplo  da  perseguição  aos  adversários  do  regime,  o  estabelecimento  da  censura  e  o
controle sobre os meios de comunicação. 
Constituição de 1937 – A Constituição outorgada por Getúlio Vargas sofreu influência  do modelo
autoritário do nazi-fascismo. A Constituição foi apelidada de “Polaca”.
Golpe  de  1938  –  após  a  implantação  do  Estado  Novo,  apoiado  pelos  integralistas,  suas
lideranças entraram em choque com Vargas e tentaram derrubá -lo, sem êxito.
Criação  do  DIP  (Departamento  de  Imprensa  e  Propaganda)   –  O  DIP  promoveu  a  censura  e  o
controle  sobre  os  meios  de  comunicação  e  publicações  –  inclusive  de  livros  didáticos  –,  além  da
promoção do culto à personalidade expressa na exaltação à figura de Getúlio Vargas. 
Neonazismo  –  doutrina  assimilada  do  nazi-fascismo  europeu,  com  predominância  nas  regiões
Sul  e  Sudeste  do  Brasil,  cuja  característica  central  é  a  intolerância  com  grupos  sociais
considerados inferiores, tais como negros, homossexuais e nordestinos. 

Egito antigo

(UFRN)Questão 5
Entre  as  primeiras  Civilizações  Orientais,  a  Civilização  Egípcia  sobressaiu -se  como  uma  das
mais grandiosas e a mais duradoura. As nec essidades de desenvolvimento da agricultura irrigada
nas  margens  do  rio  Nilo  exigiam  uma  direção  centralizada.  Nessas  circunstâncias,  a  Civilização
do Egito Antigo organizou-se em torno de uma Monarquia.  
Entre  as  imagens  mais  populares  ligadas  ao  Egito  An tigo,  estão  as  pirâmides.  As  mais
conhecidas  são  as  de  Gizé,  construídas  no  primeiro  período  da  história  política  do  Estado
Egípcio, entre 3200 e 2300 a.C., conhecido como “Antigo Império”,
A) Mencione e comente duas características do Governo no Egito Antigo. 
B) Explique o significado das pirâmides, relacionando -as ao poder no Egito Antigo.

Respostas
A) Duas características do governo no Egito Antigo  
O  faraó  era  considerado  um  deus  vivo,  responsável  pela  proteção  e  prosperidade  de  seu
povo  (poder  teocrático).  A  realeza  divina  foi  a  instituição  básica  da  civilização  egípcia.  Para  os
povos do Egito Antigo, o rei era um deus, graças ao qual se vivia; era o pai e a mãe dos homens;
um  governante  com  autoridade  sobrenatural  para  recrutar  o  trabalho  em  massa  necessário  à
manutenção  do  sistema  de  irrigação.  Devido  à  crença  na  condição  divina  do  faraó,  acre ditava-se
que ele tinha o poder de controlar as forças da natureza em proveito dos egípcios  – por exemplo,
provocando as cheias periódicas do Nilo, o que assegurava boas colheitas. 
O  recrutamento  da  mão  de  obra  para  as  necessidades  sociais .  O  poder  do  faraó  estendia-se
a  todos  os  setores  da  sociedade.  Os  camponeses  eram  recrutados  para  servir  como  mineiros  ou
trabalhadores  nas  construções  (“servidão  coletiva”).  O  comércio  exterior  era  monopólio  do
Estado e conduzido de acordo com as necessidades do reino.  
O auxílio dos funcionários no governo do Estado (escribas e vizir) . Como senhor supremo, o
faraó  comandava  um  exército  de  funcionários  que  recolhiam  impostos,  fiscalizavam  as  obras  de
irrigação,  administravam  projetos  de  construção,  controlavam  a  terra,  ma ntinham  registros  e
supervisionavam  os  armazéns  governamentais,  onde  era  guardado  o  cereal  para  o  caso  de  uma
má colheita.
A  palavra  do  faraó  com  poder  de  lei.  Como  a  palavra  do  faraó  era  considerada  uma
manifestação  divina,  o  Egito  não  possuía  leis  escrit as.  Todos  os  egípcios  estavam  sujeito s  ao
faraó  e  não  havia  nenhuma  concepção  de  liberdade  política.  Eles  acreditavam  que  a  instituição
da  realeza  datava  da  criação  do  Universo,  era  necessária  e  benéfica  aos  seres  humanos,  e  que
havia uma ordem divina do c osmos que propiciava a justiça e a segurança. 
B) Significado das pirâmides / poder 
A  crença  na  vida  após  a  morte  levou  à  construção  de  grandes  túmulos,  sendo  os  mais
importantes  aqueles  destinados  aos  faraós,  cujo  poder  estava  acima  de  todos.  Os  mais
imponentes  túmulos  eram  as  pirâmides,  que  serviam  de  sepultura  para  os  faraós  e  membros  de
sua  família.  Os  faraós  eram  mumificados  e  embalsamados.  Os  egípcios  acreditavam  que  todos
se  utilizariam  do  corpo  e  dos  bens  materiais  numa  outra  vida.  Aos  faraós  cabia  a   melhor
mumificação,  os  mais  decorados  sarcófagos  e  os  mais  ricos  rituais  funerários.  Tudo  isso  para
reforçar e imortalizar seu poder.

domingo, 26 de junho de 2011

Oculpação e exploração do território brasileiro

(UFRN)Questão 44
No  Brasil,  a  ocupação  e  a  exploração  do
território  têm  ocorrido  de  formas
diferenciadas,  ocasionando  distintos
processos de degradação ambiental. 
No  mapa  ao  lado  estão  representadas  as
áreas  1  e  2,  que  vêm  sendo  afetadas  por
problemas  ambientais  relacionados  às
formas  de  ocupação  e  exploração  do
território brasileiro.






Do ponto de vista da ocupação e exploração
do  território  brasileiro,  destaca-se  como  um
grave problema ambiental,
A) da  área  1,  o  deslizamento  de  encostas ,
decorrente  da  ocupação  desordenada  do
solo urbano.
B) da área 1, a poluição dos rios , em função
da  deposição  de  dejetos  provenientes  da
exploração dos garimpos.
C) da  área  2,  a  desertificação,  pela
inadequada exploração agropecuária. 
D) da  área  2,  a  poluição  do  solo,  devido  à
concentração industrial.

R:a) a alternativa que mais se enquadra a figura é que  da  área  1,  o  deslizamento  de  encostas ,
decorrente  da  ocupação  desordenada  do solo urbano.

República Velha.

(UFRN)Questão 32
A  charge  abaixo  faz  referência  a  uma  prática  política  frequente  em  todo  o  Brasil,  no  contexto  da
República Velha.
Essa charge representa a prática política caracteri zada pelo
A) predomínio dos interesses oligárquicos em prejuízo dos direitos do cidadão.
B) compromisso dos políticos com a soberania da justiça eleitoral.
C) controle dos coronéis sobre os sindicatos de trabalhadores rurais. 
D) comparecimento obrigatório do eleitor alfabetizado às urnas.

R:a)A república velha é conhecido como a república das oligarquias,no sistema eleitoral o voto não era secreto os políticos e eleitores não tinham nenhum vínculo e a ausência  da justiça eleitoral facilitava a realização de fraudes pelas oligarquias que garantiam o domínio nas eleições.

Guerra dos canudos

(UFRN)Questão 29
No final do século XIX e início do XX, embora
várias  mudanças  políticas  e  socioeconômicas
tenham  ocorrido  no  Brasil,  uma  parcela
significativa  da  população  não  se  beneficiou
dessas  transformações.  Nesse  contexto,
alguns  movimentos  rebeldes  protestaram
contra  a  opressão  e  a  miséria.  Muitas  vezes,
as  aspirações  dos  rebeldes  mesclavam -se
com uma profunda religiosidade. 
Entre  esses  movimentos  sociais  rebeldes,
pode-se citar a
A) Política  das  Salvações,  que  provocou  a
rejeição do padre Cícero Romão Batista às
oligarquias  que  dominavam  as  populações
rurais.
B) Revolta  do  Contestado,  que  estimulou  a
reação  de  setores  politicamente
progressistas  às  medidas  adotadas  por
lideranças messiânicas.
C) Marcha  da  Família  com  Deus  pela
Liberdade,  que  promoveu  a  união  dos
camponeses  em  defesa  da  proposta  de
reforma agrária.
D) Guerra  de  Canudos,  que  mobilizou  os
sertanejos  contra  medidas  adotadas  pelo
então  recém  implantado  governo
republicano.

R:d) A guerra dos canudos foi um confronto entre o movimento popular de fundo socio- religioso e o exército da república no interior do estado da Bahia .esse epsódio foi fruto de uma série de fatores numa grave crise economica e social.

Família colonial no Brasil

(UFRN)Questão 28
Um  funcionário  a  passeio  com
sua  família,  retrata  traços  de  um  modelo
familiar que se constituiu no Brasil desde a
época colonial. 
Considerando  o  seu  conteúdo  e  o
conhecimento  histórico  sobre  a  família
colonial brasileira, é correto afirmar que 
A) as  mulheres,  vítimas  da  hierarquia  da
família  patriarcal,  se  mostraram  dóceis,
submissas  e  viviam  enclausuradas,
aceitando  completamente  os  valores  da
Igreja.
B) a  presença  da  família  nuclear  foi
inexpressiva  na  região  que  hoje
corresponde  ao  Nordeste,  uma  vez  que
ela  foi  alvo  da  censura  da  Igreja 
Católica.
C) os  senhores  de  Engenho  impunham  aos  seus  escravos  a  união  legal  segundo  as  norm as
defendidas pela Igreja, considerando isso essencial à reprodução da força de trabalho. 
D) o  modelo  patriarcal,  no  qual  o  homem  era  o  provedo r  e  garantidor  da  honra  da  família  e  dos
seus agregados, predominou na zona produtora de açúcar. 

R:d)No modelo patriacal era o homem que possuia o direito de controlar a vida  e propriedades de sua mulher e filhos .considerando o homem sempre em primeiro plano.

Extração do pau-brasil

(UFRN)Questão 27
A  partir  dos  primeiros  contatos  entre  os  europeus  e  os  nativos  da  América  Portuguesa,  os  povos
indígenas  que  habitavam  o  litoral  mudaram  as  suas  relações  com  o  meio  ambiente.  Essas  novas
relações  estão  representadas  na  gravura  contida  na  obra  de  André  Thev et,  que  esteve  no  Brasil
entre 1555 e 1556.o  contexto  histórico  ao  qual  ela  remete,  pode -se  corretamente  afirmar
que a principal razão dessas mudanças foi 
A) a  utilização  de  instrumentos  e  utensílios  de  origem  europ eia,  que  permitiram  o  início  da
exploração aurífera pelos índios.
B) a  imediata  implantação  do  trabalho  escravo,  que  exigiu  a  adequação  dos  nativos  aos
propósitos mercantilistas, então em vigor. 
C) a  estratégica  utilização  da  força  de  trabalho  indígena,  pa ra  suprir  as  necessidades  mercantis
dos conquistadores.
D) o  desmatamento  da  vegetação  nativa,  para  a  implantação  da  policultura,  destinada  a
abastecer o mercado metropolitano.

R:d) A exploração do pau-brasil que era exercida pelos índios foi uma estratégia de ultilização de força motriz indígina para suprir as necessidades mercantis dos portugueses.

Marxismo

(UFRN)Questão 26
As  ideias  de  diversas  correntes  marxistas
deram  as  bases  teóricas  das  grandes
revoluções  políticas  no  século  XX:  a
Revolução  Russa  de  1917,  a  Revolução
Chinesa  de  1949  e  a  Revolução  Cubana  de
1959.
Nos  três  exemplos  citados,  a  inspiração
marxista pode ser identificada 
A) no Anarquismo, que propunha a destruição
da  propriedade  privada  e  a  abolição  das
hierarquias  dentro  do  Estado,  e  que  serviu
de  base  norteadora  para  essas
revoluções.
B) no  combate  ao  Capitalismo,  visando  à
formação  de  um  mundo  novo,  que  aboliria
a  desigualdade  social  e  integraria  o
proletariado no cenário da política. 
C) na  forte  vinculação  existente  entre  as
propostas  dos  revolucionários  e  aquelas
defendidas  pelo  Liberalismo,  sobretudo  a
defesa dos interesses dos trabalhadores. 
D) na  condução  do  processo  revolucionário
por  um  conjunto  de  partidos  políticos
defensores  do  Socialismo,  sob  lideranças
camponesas,  mas  com  frágil  repercussão
no proletariado.

R:b) As ideias Marxistas influenciaram a social democracia de várias nações com o combate ao capitalismo vizando a formação de um mundo novo que aboliria a desigualdade social e integraria o proletariado no cenário da política que foi o que aconteceu na Revoluçao russa em 1917,a revolução chinesa em 1949 e na revoluçaõ cubana  em 1959.  

Neocolonialismo no século XIX

(UFRN)Questão 25
Na  Copa  do  Mundo  de  Futebol  de  2010,
realizada  na  África  do  Sul,  muitos  brasileiros
ficaram  surpresos  ao  saberem  que  várias
nações  do  continente  africano,  como  Costa
do  Marfim,  Nigéria,  Gana  e  o  próprio  país
sede  do  evento,  apresentavam  influências
linguísticas  europeias.  Isso  ficava  evidente,
por  exemplo,  nos  nomes  dos  jogadores
estampados  nas  camisetas  e  nos  hinos
nacionais, cantados em inglês ou francês. 
Essas  influências  da  Inglaterra  e  da  França
na África são resultantes 
A) da  expansão  do  Cristianismo,  estimulado
pelos propósitos das Cruzadas. 
B) do  neocolonialismo  do  século  XIX,  no
contexto da Segunda Revolução Industrial.  
C) da  Globalização,  que  promoveu  o
intercâmbio cultural mundial no século XX. 
D) do  tráfico  negreiro,  que  implantou  colônias
europeias no continente africano

R:b)Alguns países Europeus e os EUA exerciam atitudes imperalistas com o objetivo de aumentar a sua margem de lucro e se dirigiram para África.o que varias nações do continente africano herdaram sob a influência de europeus.

Absolutismo Monárquico

(UFRN)Questão 24
Entre  os  teóricos  que  defenderam  o  Absolutismo  monárquico  estava  Jacques  Bossuet,  que
declarou:

“O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses
e  participam  de  alguma  maneira  da  independência  divina.  O  rei  vê  de  mais  longe  e  de  mais
alto;  deve  acreditar-se  que  ele  vê  melhor,  e  deve  obedecer -se-lhe  sem  murmurar,  pois  o
murmúrio é uma disposição para a sedição.”
Jacques  Bossuet,  Política  tirada  da  Sagrada  Escritura .  FREITAS,  Gustavo  de.  900  textos  e  documentos  de
história. Lisboa: Plátano, [1977]. v. 2, p. 201.  [Adaptado]

Analisando  os  conflitos  políticos  da  I nglaterra  no  século  XVII,  o  historiador  Christopher  Hill
escreveu:
“A partir das vitórias militares sobre os Cavaleiros, [os Cabeças Redondas] conseguiram a
rendição  do  rei  em  1646.  Entretanto,  Carlos  I  reorganizou  seus  soldados  e  recomeçou  a
guerra,  sendo  derrotado  definitivamente  pelos  Cabeças  Redondas  de  Cromwell.  Preso,
Carlos I foi julgado pela Alta Corte de Justiça, a mando do Parlamento, sendo condenado à
morte.  Em  janeiro  de  1649,  o  rei  foi  decapitado  em  frente  ao  palácio  de  Whitehall,  em
Londres.” 
HILL, Christopher. O eleito de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 179. 
Analisando a afirmação teórica  de J. Bossuet e relacionando -a com os fatos narrados por C. Hill,
pode-se corretamente afirmar que a execução de Carlos I assinalou 
A) um  momento  decisivo  na  história  europeia,  por  ter  posto  em  xeque  um  princípio  político
central do Estado Moderno e lançado as bases políticas liberais contemporâneas. 
B) uma  etapa  fundamental  na  evolução  do  Parlamento  inglês,  pois,  a  partir  daí,  os  burgueses
tiveram acesso à Câmara dos Comuns. 
C) a  reação  da  facção  liberal  no  Parlamento,  que,  dominada  pelos  puritanos,  defendia  o  direito
divino dos reis.
D) a  implantação  definitiva  da  monarquia  parlamentar  inglesa ,  pois,  daí  por  diante,  a  sucessão
real seria decidida pelo Parlamento.

R:a) com relação as críticas de jacques bousset retratava sobre o rei que tinha o poder devino enquanto o historiador C.HILL falava do poder nas mãos do parlamento com a execução de Carlos I foi um momento decisivo na historia Européia