Carta - o modelo não é um dos mais adotados, mas sempre há a possibilidade de estar entre as propostas da Unicamp em uma de suas três redações obrigatórias – até o ano passado os candidatos podiam escolher entre três formatos para fazer uma única redação, e um deles era a carta.
Para desenvolver uma carta corretamente, o vestibulando precisa, antes de tudo, identificar quem é o remetente. “É muito importante traçar um perfil mental da pessoa para quem ele vai escrever o texto. Se for para uma criança, por exemplo, vai ser um tamanho de texto e uma linguagem; se for para um adulto, o texto é outro”, lembra Caroline.
Carta argumentativa - segue o mesmo diferencial da dissertação argumentativa. O autor deve se posicionar e convencer o leitor com seus argumentos.
Diferentemente das dissertações, as cartas não necessitam de título e, em seu lugar, deve-se fazer um cabeçalho, com data e local onde ela está sendo escrita. O autor não pode se esquecer também da despedida. “Pode ser apenas com as iniciais, com o nome completo ou até um pseudônimo”, diz Caroline.
A professora ressalta que esta informação, assim como quem é o destinatário da carta, estarão determinados no enunciado da redação. “Por isso é muito importante ler os textos de referência e o enunciado com muita atenção”, ressalta.
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